Artes
 
Claudio Tozzi
Claudio Tozzi
Claudio Tozzi
 

“Todo o meu trabalho propõe formas”
Claudio Tozzi – Arquiteto, pintor, desenhista e programador visual

 
07/11/2018
 



Claudio Tozzi estudou no Colégio de Aplicação da USP onde foi incentivado pela sua professora de artes a criar cartazes, colagens e composição abstratas. No início da década de 1960, influenciado pelas notícias da Guerra do Vietnã, criou sua primeira obra, intitulada "Paz". Pouco depois, venceu o concurso de cartazes para o XI Salão Paulista de Arte Moderna, iniciando sua carreira de artista gráfico. Entre 1963 e 1968, cursou arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU - USP). Em 1969 fez uma viagem de estudos à Europa, quando realizou as séries "Astronautas" e "Parafusos", com gravuras, objetos e pinturas. Na década de 1970, foi um dos idealizadores do Cinemobiles, juntamente com Abrão Berman, quando aventurou-se nas artes cinematográficas, realizando curta-metragens no formato super 8. São de sua autoria os filmes "Grama", "Fotograma", "A Morte da Galinha" e "Seio". Ainda na década de 1970, desenvolveu pesquisas cromáticas e nos anos de 1980, trabalhou com temáticas figurativas. O artista expôs o seu trabalho em várias exposições nacionais e internacionais e suas principais obras são: "Guevara, Vivo ou Morto" (serigrafia que vendia em estádios de futebol e praças no final da década de 1960), "Mão/Multidão/Mão", "Veja o nú", "Desta vez eu consigo fugir", "Trama reticular urbana", entre muitas outras.