Economia
 
Sandro Rodrigues
Sandro Rodrigues
Sandro Rodrigues

Todo começo de ano, um dos temas mais importantes às empresas, referem-se ao planejamento tributário, que poderá fazer a diferença no ato de pagar os tributos, que podem causar diferenças acentuadas e trazer um tremendo desconforto financeiro. É fundamental fazer todas as projeções com as mais variáveis simulações, para optar pelo regime tributário mais vantajoso. Há situações que a opção pelo Lucro Real é compulsória. No entanto, como o grande universo das empresas está fora dessa obrigação, é oportuno não trazer esse tema para reflexão. “As diferenças entre um sistema de tributação e outro são diversas, mas de forma sucinta, afirmo que para o Lucro Presumido os tributos em regra são calculados através de sua Receita Bruta. Diferentemente do Lucro Real que a partir dele, calcula-se o IRPJ e CSLL. Outra grande diferença, refere-se ao cálculo do PIS/COFINS, visto que pelas normas do Lucro Presumido esses tributos, igualmente são calculados pela Receita Bruta, aplicando-se a alíquota de 3,0% para a COFINS e 0,65% para o PIS. Já pelas regras do Lucro Real na grande maioria das atividades ele é não cumulativo, ou seja, os tributos são devidos pela diferença dos créditos oriundos, em suma das compras dos insumos e/ou mercadorias pela Receita Bruta, aplicando-se a alíquota de 7,60% para a COFINS e 1,65% para o PIS”, afirma Sandro Rodrigues, sócio-fundador da Attend Assessoria, Consultoria e Auditoria S/S.