Entrevista publicada em 29/04/2019 por Eder Fonseca em Negócios
 
 

“Nosso objetivo é crescer 50% em 2019”
Caio Davidoff – Fundador e CEO da PagCom

Caio Davidoff

Caio Davidoff é CEO e fundador da startup Pagcom. Formado em administração de empresas, é responsável pela inovação tecnológica e desenvolvimento da empresa. Atua na área de tecnologia e mobilidade desde 2008. É considerado um apaixonado por tecnologia e soluções de valor agregado. Foi eleito em 2014 pela revista “Forbes” como um dos 30 jovens abaixo de 30 anos mais transformadores do Brasil. Fundada em 2008, a PagCom oferece desde aplicativos que transformam smartphones em máquinas de pagamento até as próprias máquinas com softwares embutidos desenvolvidos especificamente para cada empresa. Além disso, disponibiliza uma conta cartão e atua no mercado de câmbio e na criação de soluções de e-commerce. A startup conta hoje com 27 funcionários diretos e mais de 200 indiretos. “Estamos vivendo a era da digitalização. Alguns bancos suecos já até adotaram essa medida de não usar mais papel-moeda em espécie, e o país pretende acabar de vez com o uso até 2030. China e Noruega também passam por uma situação parecida, com uma grande diminuição na utilização do papel-moeda. Acredito que a migração do papel-moeda para o digital é a tendência mundial, mas não que seja a era do fim do papel-moeda. (…) Os empreendedores têm boas oportunidades quando pretendem trabalhar com as soluções da PagCom”, afirma o empreendedor.

 

Caio, estamos vivendo a era do fim do papel-moeda?

Estamos vivendo a era da digitalização. Alguns bancos suecos já até adotaram essa medida de não usar mais papel-moeda em espécie, e o país pretende acabar de vez com o uso até 2030. China e Noruega também passam por uma situação parecida, com uma grande diminuição na utilização do papel-moeda. Acredito que a migração do papel-moeda para o digital é a tendência mundial, mas não que seja a era do fim do papel-moeda. O Brasil, por exemplo, precisa melhorar (e muito) a infraestrutura tecnológica e de conexão, além de incluir os não-bancarizados, que representam quase metade da população, antes de extinguir o papel-moeda.

 

Em que momento você visionou que teria uma oportunidade neste mercado?

Quando os primeiros smartphones foram lançados e tive a oportunidade de conhecer algumas aplicações, visionei a necessidade de efetuar pagamentos e cobranças pelo smartphones e aplicações. Nessa época entendi como uma grande oportunidade de entrada no mercado de meios de pagamentos.

 

Como o Brasil se situa neste mercado em relação ao mundo?

O Brasil é um dos países mais fortes no mundo na construção de soluções tecnológicas bancárias e financeiras no âmbito geral. Infelizmente temos um valor de impostos altíssimo, burocracias e uma infraestrutura de internet horrível, o que inibe o progresso do nosso mercado em relação ao mundo.

 

Quais os principais pilares da PagCom?

Atendimento aos nossos clientes com primor, honestidade na prestação dos serviços, alta tecnologia e preço justo. A PagCom contribui com seus clientes na evolução de seus negócios através de soluções divididas em três pilares de negócios: Digital Business, Payment e Digital Banking.

 

Como tem sido a recepção por parte dos consumidores?

99 em cada 100 clientes ficam na PagCom.

 

E pela parte dos empreendedores?

Os empreendedores têm boas oportunidades quando pretendem trabalhar com as soluções da PagCom.
O fundador da PagCom

Pagamentos: O fundador da startup PagCom, Caio Davidoff (Divulgação/PagCom)

 

Quais os principais serviços oferecidos pela PagCom no momento?

Pagcom Tradicional, Soluções Integradas, Na Internet, Pagcom Mobile, Câmbio e Fullservice.

 

Sua empresa estimou crescimento de 35% em 2018. Qual a estimativa para 2019?

Nosso objetivo é crescer 50% em 2019.

 

O crescimento digital e das fintechs são os grandes responsáveis por essa escalada?

Persistência, amor pelo que fazemos, qualidade nos serviços e atendimento aos nossos clientes com primor, são os motivos da nossa constante existência e crescimento sólido.

 

Por que você acredita que esse é um caminho sem volta?

Pela segurança, facilidade e agilidade nos processos, além da desburocratização e maior concorrência.

 

O que não pode ocorrer neste caminho para que ele seja virtuoso?

A formação do serviço virtuoso é o critério fundamental para a concretização de uma operação.

Um vídeo do empreendedor Caio Davidoff

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Eder Fonseca

 
Diretor executivo e editor do Panorama Mercantil.